Mais do mesmo ¯\_(ツ)_/¯

Controle a mente

Sim, estou tentando. Juro. Dando meu melhor todos os dias. Em alguns penso que arrasei, já em outros…Há um mês mais ou menos tenho sentido mudanças mais profundas em mim, não sei bem explicar o quê e de onde elas vêm, ou como. Mas talvez seja um pouco mais de foco e clareza, o que pra mim já representa MUITO, um grande passo. Tantas coisas venho buscando e fazendo nos últimos anos, né? A soma de tudo me trouxe e me traz aqui. 

Atualmente, sem dúvida a mentoria tem me auxiliado infinito – @lellasa, assim como fazer parte de grupos de mulheres despertas para a urgência do empreender-se. Acompanhar “religiosamente” os áudios do professor @jonasmasetti, de Vedanta, e os da @yoga_girl – #YogaGirlDaily, assim como seus podcasts – #ConversationsFromTheHeart, também são um grande apoio e alento.

E, claro, conversas! SIM! Tantas e tantas conversas que tenho com amigas, com minha mãe e irmã. Nossa! Que delícia que é sentir a rede, né? O fazer parte! Sou muito grata. ❤ 

No final de 2017 entrei numa estafa mental muito intensa. Já falei disso aqui. Foi quando – finalmente – não tinha mais forças pra fingir não ver o buraco que eu estava e o chão sumiu. Então 2018 foi, sem dúvida, sobre um reconhecer-se. Foi sobre me acolher. Aceitar que eu precisava olhar para as dores, transmutá-las e seguir. E só depois disso que eu consegui me enxergar e – começar a – entender o que eu queria de verdade. Daí 2019 tem sido sobre isso. E é totalmente novo pra mim. Saber o que eu quero. Tanto que às vezes eu duvido. Será mesmo? Tanto que às vezes – mais do que gostaria, na verdade – não sei o que fazer diante desse saber. Tá. E agora? Como agir diferente do que vinha agindo há tantos e tantos anos? 

Vejo que pra mim foi assim ó: simplesmente vivia, seguindo uma toada até que…BUM. Despertei. Não dava mais. Aí saí desbaratinada. Repetindo um “tá tudo bem”, quando na verdade não estava. Mas tudo bem! rs Fez parte do meu caminho. Aí veio o baque. Depois o acolhimento, a limpeza e agora… Tô aqui.

Oi.

Sabe quando você “termina” de arrumar o quartinho da bagunça, você olha pra ele, feliz, satisfeita, mas você sabe que ainda tem o que fazer? Você sabe que ele logo vai se transformar naquele outro cômodo mais útil que você quer, mas ainda tem uma trajetória pela frente… Sabe? Tô assim agora. E o louco é que sei que não vai ter fim, né? Porque a bagunça vem e vai, mas o lance é perceber cada vez mais rápido que ela tá começando. E, claro, principalmente curtir esse movimento do pulsar. Porque se eu tô entendendo direito alguma coisa até agora, a vida é isso mesmo, viu, pessoal? Não há chegada.

Atenta, Bruna. Fique atenta.  

“Por um lado, todos queremos ser felizes. Por outro lado, todos sabemos as coisas que nos deixam felizes. Mas não fazemos essas coisas. Por quê? É simples. Somos ocupados demais. Ocupados demais fazendo o quê? Ocupados demais tentando ser felizes.”

Esse é um trechinho do livro O Milagre da Manhã que mexeu comigo… E vou somar a esta reflexão um outro trecho, dessa vez do livro Ganhar mais, gastar menos e investir melhor (para mulheres):

“Todas as coisas que você quer conservar na sua vida são os motores do que está lhe acontecendo no momento.”

Pronto. Saibam que é entre esses dois trechos que estou.

Então por isso é que venho buscando meu desenvolvimento pessoal, criando transformações reais na minha vida, já que agora eu sei o que eu quero. (Né??)

O Milagre da Manhã nos propõe seis atividades para assim que acordarmos, nos puxando para levantar 1h antes. E eu tenho buscado executar essas coisas, acordando aí às 5h da matina, de segunda a quinta… 

Ainda estou super no começo e – tentando ver pelo lado bom – consegui executar bem em 3 de 5 dias, até agora. Ah! Mas tem uma coisa (muito) boa: tenho conseguido sentar mais para meditar. Tem rolado duas vezes ao dia, ao acordar e antes de dormir, porque reparei que isso ajuda na meditação do dia seguinte, acordo com a mente um pouco menos falante. 

Meditar pra mim ainda significa ficar 90% do tempo “voltando” a atenção pra minha respiração, mas com a ajuda da Didi @didishivanii – monja da Ananda Marga que me iniciou na meditação proposta por esta escola filosófica e onde faço formação de Tantra Yoga – tem sido mais fácil e até entendi uma coisa esses dias. Vitória!

Só que sabem uma coisa que eu queria MUITO? Aprender a desligar o Spotify da minha cabeça… Sério. Não sei vocês, mas minha cabeça toca música pra mim boa parte do tempo!! 

E já que toquei no assunto e preciso terminar esse texto que começou nem sei como, finalmente atendi o pedido dos alunos, atualizei e abri minha playlist de yoga, tornando-a ainda colaborativa. Deem uma olhadinha lá e vamos partilhar músicas que nos acalmam? Procure por: @brunagmorales Yoga , no Spotify.

Beijo, fui.

*ps. Tenho ouvido MUITO: Spirit Bird – Xavier Rudd 

“Give it time and wonder why 
Do what we can laugh an we cry 
And we sleep in your dust because we’ve seen this all before
Culture fades with tears and grace 
Leaving us stunned hollow with shame 
We have seen this all, seen this all before
Many tribes of a modern kind, 
Doing brand new work, same spirit by side, 
Joining hearts and hand and ancestral twine, ancestral twine
Many tribes of a modern kind, 
Doing brand new work, same spirit by side, 
Joining hearts and hand and ancestral twine, ancestral twine…”

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